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2 out 2018

Comércio espera crescimento de 8,5% nas vendas para o Dia das Crianças

Segundo levantamento feito junto aos consumidores, preço médio do presente pretendido é de R$ 162,18

Segundo levantamento do Instituto Fecomércio, o Dia das Crianças deve gerar um crescimento de 8,51% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. O estudo foi realizado com 400 empresários do Distrito Federal, que atuam em 12 segmentos.

Entre os entrevistados, 50,3% declararam que aguardam vendas maiores do que no ano passado, 38,3% apostam em vendas iguais e 11,5% acreditam que as vendas serão menores. Em 2017, a expectativa de vendas foi mensurada com previsão de 26,54% de crescimento.

O vice-presidente da Fecomércio-DF, Edson de Castro, explica que os segmentos de Lojas de Chocolate  e Vestuário/Acessórios lideram o ranking entre os lojistas mais otimistas para o período, registrando expectativa de vendas da ordem de 17,50% e 16,33%, respectivamente.

“Normalmente, o segundo semestre é melhor em vendas do que o início do ano. O Dia das Crianças é uma data comemorativa que movimenta muito o comércio e os empresários já estão se preparando para as vendas de final de ano, por isso o Dia das Crianças será um termômetro para dezembro”, ressalta.

O preço médio do presente para o Dia das Crianças foi estimado em R$ 360,58. O levantamento do Instituto Fecomércio constatou ainda que 31,5% dos entrevistados declararam que devem ampliar seus estoques.

Consumidor

O Instituto Fecomércio também fez uma pesquisa sobre a intenção de compra dos clientes. De acordo com o levantamento, 51% dos consumidores pretendem comprar algo no período, 35% não pretendem comprar e 14% ainda não sabem. Foram entrevistados 400 consumidores.

Edson de Castro ressalta que no Dia das Crianças deste ano, as preferências do consumidor indicam produtos como brinquedos (82,5%), seguido de vestuário/acessórios (58,5%) e calçados/acessórios (34,6%).

O levantamento mostra que o preço médio do presente pretendido pelo consumidor é de R$ 162,18. Quanto à forma de pagamento, 58,8% dos consumidores declararam a preferência pelo pagamento à vista. Essa preferência indica que os limites de créditos ainda continuam restritos forçando o consumidor a optar por pagamentos que possam ser comportados pela sua disponibilidade atual.

Quanto à experiência de consumo, o cliente aponta o desconto e as promoções como principais fatores de indicação de uma loja, tendo a preferência de 57,5% dos entrevistados como o principal fator para recompra. Já os fatores que influenciam na, desistência pelo consumidor na compra de algum produto em determinada loja antes mesmo de sair de casa, o apontamento foi para “relacionamento ruim com o vendedor / gerente”, por 49,8% dos consumidores.

 

Fonte: Destak

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