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A História dos Sindicatos do Vestuário de São Paulo


 


Vestuário: Indústria do Bem-estar de Estar Bem vestido


 


O Sindicato da Indústria do Vestuário Feminino e Infanto-Juvenil de São Paulo e Região (que teve sua base estendida para todo o Estado de SP em 2006), o Sindicato da Industria do Vestuário Masculino no Estado de São Paulo, e o Sindicato da Indústria de Camisas para Homem e Roupas Brancas no Estado de São Paulo, nasceram da idéia de um grupo de excelentes alfaiates costureiros em reunião realizada em 1936, gerando na época o pioneiro Sindicato Patronal dos Costureiros de São Paulo.


Seus criadores eram em sua maioria imigrantes oriundos da Europa, fugitivos das perseguições pré-guerra que se avistava: italianos, judeus, poloneses, húngaros, imigrantes de diversos povos vieram para o Brasil, com conhecimento do ofício da costura.


 


Em 1941, tanto o Sindicato Feminino quanto o Masculino foram reconhecidos pelo então Ministério do Trabalho, gerando sua Carta Sindical, documento exposto até hoje na Sede das Entidades. Começou a existência do Sindicato da industrias de Confecção de Roupas e Chapéus de Senhora de São Paulo e Sindicato dos Oficiais Alfaiates e de Confecção de Roupas para Homem de São Paulo, denominações inicialmente criadas.


 


Em 1972, por mudança pleiteada junto ao Arquivo das Entidades Sindicais Brasileiras, AESB, houve o reconhecimento das novas denominações que vigoram até hoje.


 


São mais de nove mil industrias, 82% micro e pequenas, em média com 50 empregados, representando mais de 260 mil trabalhadores em 350 cidades no Estado de São Paulo.