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15 fev 2019

Cresce a procura por profissionalização no setor da moda

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desemprego no terceiro trimestre de 2018 foi de 11,9%, o que explica a alta na procura por formas alternativas de gerar renda. Um levantamento feito pela Sigbol Fashion, primeira e única rede de escolas de moda e corte e costura do país, revela aumento de cerca de 15% na procura de cursos no primeiro trimestre de 2018, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Em setembro deste ano, o aumento foi ainda mais significativo, a procura de especialização na rede cresceu 85%. Dentre as mais de 57 opções de formação na área da moda, o aumento foi maior na procura pelos cursos de customização, corte e costura, moda pet, personal stylist e desenho de moda, com crescimentos individuais que atingiram a casa dos 138%.

De acordo com o diretor da Sigbol, Aluizio de Freitas, a rede matriculou mais de 17 mil alunos desde 2014. Ele conta que o perfil dos alunos mudou muito desde a fundação da escola. “Em 1980 as alunas eram compostas basicamente de donas de casas e empregadas domésticas que buscavam na especialização, uma forma de realizar o sonho de trabalhar em confecções.

Na década seguinte, o setor de confecção e costura sofreu um forte impacto com produtos vindos da China, que chegavam com valores abaixo do custo no Brasil. E foi depois dos anos 2000 que a costura e confecção voltaram a ser valorizadas novamente, como fonte alternativa de renda ou para abrir seu próprio negócio, e o público se mostrou diversificado “, conta Freitas. Para esse ano, o empreendedor pretende encerrar o ano com faturamento acima de R$ 10 milhões e um total de 30 escolas.


Fonte: Exame

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