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Empreendedores criam loja especializada em atender pais muito ocupados

Mini Bee é uma loja de roupas e acessórios para bebês que permite aos clientes, em casa, experimentar e decidir as peças que vão comprar

SÃO PAULO – Depois da chegada do primeiro filho, os empreendedores Sabrina Neufeld e Fabiano Bitencourt se dedicaram a um negócio de vendas, semelhante aos serviços de delivery e muito utilizado fora do Brasil, que permite ao cliente experimentar e decidir as peças de vestuário que vai comprar no conforto de casa. Assim nasceu a Mini Bee, uma loja de roupas e acessórios para bebês que entrega na casa do interessado, sem custo algum, uma mala com diversos produtos escolhidos a dedo.

São mais de 50 peças em uma única mala. Os itens são deixados na portaria do prédio ou na residência do cliente e retirados 48 horas depois, com produtos não desejados. Para garantir segurança, a mala chega trancada no destino e só pode ser aberta por meio de um código pessoal enviado no dia anterior. Após alguns dias, o comprador recebe um e-mail com o resumo do pedido e as possibilidades de pagamento. Todo o contato é realizado via WhatsApp e correio eletrônico.

A Mini Bee, com sede na cidade de São Paulo, tem parceria com mais de 15 marcas. Seu diferencial é o serviço de curadoria das peças, para enviar produtos sempre de acordo com o gosto de cada cliente, explica Sabrina. O casal desembolsou R$ 16 mil para iniciar as atividades do negócio. Hoje, registra faturamento médio mensal de R$ 20 mil, com meta de somar R$ 180 mil no primeiro ano da empresa.

Segundo a empresária, desde que começaram a trabalhar nesta modalidade em outubro de 2015, a Mini Bee contabiliza 350 clientes cadastrados. Neste ano, a empresa tem ampliado essa lista em 50 clientes mensais em média.

A empresa também mantém um projeto social  chamado Bee Good, no qual dá desconto para o cliente que doar itens em bom estado para serem entregues em instituições carentes. “Ao solicitar uma malinha de roupas em casa, o cliente recebe junto uma bolsa para que as peças sejam colocadas. Oferecemos 10% de desconto na próxima compra”, destaca Sabrina.

Por ser uma loja nova, o maior desafio da Mini Bee foi e ainda é atender toda a demanda – atualmente só os compradores paulistanos conseguem ter acesso ao serviço completo da empresa.

Com a popularidade do negócio nas redes sociais, muitos interessados de outros estados começaram a procurá-los. Para não perder essas vendas, o casal de empreendedores decidiu enviar peças avulsas via correio. A demanda aumentou novamente e os empresários viram a necessidade de criar uma loja online.

“Hoje temos mais de 200 itens sendo vendidos na loja virtual e que estão distribuídos nas categorias recém-nascidosvestuárioacessóriospasseioalimentaçãomoda praia e higiene. Até o final do ano, a Mini Bee pretende oferecer mais de mil produtos na loja web”, diz Sabrina.

Entre os planos para o futuro estão a contratação de mais funcionários – no momento a loja conta com cinco pessoas na equipe, dentre logística, financeiro e marketing – e o aluguel de um novo espaço físico para comportar o novo estoque.

Início

Sabrina conta que a ideia da Mini Bee de oferecer um delivery de roupas e acessórios para bebês já vinha sendo construída há alguns anos. “Quando o nosso filho nasceu, há pouco mais de 18 meses, tivemos certeza que este era um serviço necessário e que podia ajudar muitos pais por conta da comodidade e praticidade. Sabemos o quanto é fantástico experimentar as peças em casa e com calma”, afirmou.

A empreendedora trabalhava como diretora de arte, há 17 anos, em agências de propaganda. Depois de 10 anos no mesmo local, foi demitida. A Mini Bee já era um projeto em construção e a demissão contribuiu para ela acelerar os processos. Bitencourt, por sua vez, era sócio em uma agência de propaganda e desde abril de 2015 deixou de lado a carreira para se dedicar à Mini Bee.

Fonte: DCI

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