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Reajuste no atacado perde força

A indústria têxtil foi dos poucos setores a reduzir preços para empresas, em maio, enquanto as confecções de roupas foram dos que menos aumentaram.

Ao mesmo tempo em que a indústria brasileira de maneira geral registrou aumento grande de preços no atacado em maio, os setores têxtil e de confecção de roupas seguraram os reajustes. No mês, a alta geral bateu a média de 0,90%, depois de três meses em queda consecutiva. Em alta desde janeiro do ano passado, a indústria de produtos têxteis reduziu pela primeira vez os custos em maio. O recuo foi de 0,15% sobre abril, puxado pela diminuição do preço de fios de algodão e de não-tecidos.

Mesmo com a redução, os preços atuais praticados estão 8,10% mais caros que os cobrados em maio de 2015, revela a pesquisa mensal realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para formação do IPP (Índice de Preços ao Produtor). Já as confecções reajustaram os preços em 0,25% em maio, o mais baixo dos últimos cinco meses. Calças e camisas femininas foram os itens responsáveis por essa alta.

Ainda assim sobre maio de 2015 os preços das roupas ficaram mais altos em 4,5%, mostra a pesquisa. Na mesma comparação, os preços da indústria em geral subiram 5,61%. O IPP, que inclui as indústrias extrativista e de transformação, mede a evolução dos preços de produtos, sem acrescentar custo dos impostos e de frete.

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Fonte: GBL Jeans

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