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Menina com Down fecha contrato com agência de modelos

O sorriso da pequena Connie-Rose (Fotos: Ross Parry/Reprodução/Daily Mail)
O sorriso da pequena Connie-Rose (Fotos: Ross Parry/Reprodução/Daily Mail)

O sorriso ‘atrevido’ da pequena Connie-Rose Seabourne, que vive na Inglaterra e completa dois anos de idade no próximo mês, conquistou uma agência de modelos.

Em entrevista ao Daily Mail, a mãe, Julie Britton, contou que sempre ouviu elogios ao sorriso e à beleza da filha de pessoas que sugeriam que ela deveria se tornar modelo.

“Eu mandei um e-mail com a foto de Connie-Rose para uma agência de modelos, perguntando se eles estariam interessados nela ou se eu estava apenas me enganando”, relata a mãe. “Eles imediatamente responderam que estavam definitivamente interessados”.

As três agências chamaram a menina para um teste fotográfico, experiência que, segundo a mãe, Connie-Rose adorou. “Ela simplesmente amou isso. Ela segue a direção muito bem e se diverte tanto em frente às câmeras”.

Até agora, Connie-Rose conseguiu dois contratos. A agência pretende utilizar até mesmo as fotos feitas por Julie, que garante sempre ter tirado muitas fotos da filha.

Julie ainda explica que não pretende obrigar a menina a seguir carreira. “Vamos parar ao primeiro sinal de que é demais para ela ou de ela não está gostando. O que ela quer fazer é a coisa mais importante em tudo isso”, afirma.

A mãe ainda acredita que ver a oportunidade irá ajudar a entender que a síndrome não é um impedimento, e que as pessoas podem ser ‘educadas quanto ao uso do termo’. “A deficiência de Connie-Rose não define quem ela é. Ela tem síndrome de Down, mas ela nãoé a síndrome de Down”

Julie conta apesar dos riscos de ter um bebê com síndrome de Down, devido a idade dela e do parceiro – Peter Seabourne, de 44 anos – ela não quis fazer o exame para saber se daria à luz uma criança especial.

“Nós não não incomodamos. Temos amigos cujos filhos foram diagnosticados com Síndrome de Down e eles não tiveram nada além de experiências positivas com as crianças”, conta ela. “Existe tanto suporte por aí – não é um problema. É apenas outro bebê que precisa de ser amado”.

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